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O que é Startup?

Startup significa o ato de começar algo, normalmente relacionado com companhias e empresas que estão no início de suas atividades e que buscam explorar atividades inovadoras no mercado.

Empresas startup são jovens e buscam a inovação em qualquer área ou ramo de atividade, procurando desenvolver um modelo de negócio escalável e que seja repetível.

Um modelo de negócio é a forma como a empresa gera valor para os clientes. Um modelo escalável e repetível significa que, com o mesmo modelo econômico, a empresa vai atingir um grande número de clientes e gerar lucros em pouco tempo, sem haver um aumento significativo dos custos.

A princípio, a ideia de se criar um startup é de dar suporte a outra(s) empresa(s), e isso serve para qualquer tipo de profissional.

Um exemplo simples é de uma panificadora, ela precisa de um grande número de pães, doces… para poder manter seu estoque, daí entram aqueles pequenos empreendedores, pessoas que já trabalham com panificação em casa ou em padarias menores.

Ela contribui com outras empresas maiores e com isso acaba crescendo seu pequeno negócio. Já existem no mercado pessoas e empresas que dão suporte para esses pequenos empreendedores criarem seu Startup.

 

Como surgiu esse termo?

O termo startup, para designar empresas recém-criadas e rentáveis, começou a ser popularizado nos anos 1990, quando houve a primeira grande "bolha da internet". Muitos empreendedores com ideias inovadoras e promissoras, principalmente associadas à tecnologia, encontraram financiamento para os seus projetos, que se mostraram extremamente lucrativos e sustentáveis.

Naquele período, grande parte da explosão de empresas startup surgiu no Vale do Silício (Silicon Valley), uma região da Califórnia, Estados Unidos, de onde saíram empresas como Google, Apple Inc., Facebook, Yahoo!, Microsoft, entre outras.

Todas essas empresas são exemplos de startup que hoje estão fortemente solidificadas e são líderes nos seus setores de atuação no mercado.

Contudo, os empreendedores devem ter em mente que a fase inicial de uma startup é sempre marcada por um cenário de incertezas. Algumas ideias aparentemente rentáveis podem se revelar inaplicáveis.

As primeiras empresas a seguir o modelo startup começaram a aparecer no Brasil no começo do século XXI, sendo que a partir de 2010 este ramo apresentou um crescimento vertiginoso, de acordo com dados da Associação Brasileira de Startups - ABStartups.

 

PESQUISAS REVELAM: Uma a cada 4 Startups fecham com menos de um ano de funcionamento. Mas por que?

A Fundação Dom Cabral divulgou um estudo que indica as causas da mortalidade das startups. A taxa de mortalidade impressiona, pois  25% das empresas encerram as atividades antes de completar 1 ano. O objetivo do estudo é entender quais são os erros que estão por trás desse problema para que futuras empresas tentem se planejar para sobreviverem.

O trabalho considerou dois tipos de entrevistados: fundadores de startups que ainda estão no mercado e fundadores daquelas que descontinuaram o trabalho.

A pesquisa concluiu que quanto mais sócios existem em uma empresa, mais chances ela tem de fechar rápido. Isso acontece por problemas de relacionamento entre os proprietários, que são mais suscetíveis a acontecer se o grupo de empreendedores for grande. Isso é ainda maior quando o tempo de dedicação de todos é integral, e eles ficam na empresa juntos mais tempo.

Outro problema detectado foi a quantidade de capital investido no início. Empresas que entraram no mercado com dinheiro suficiente para cobrir os gastos operacionais por até um mês tiveram uma taxa menor de fechamento. Aquelas que entraram com mais dinheiro, prontas para cobrir os gastos no período de 2 meses a um ano, fecharam mais rapidamente.

A sintonia entre os sócios foi citada em ambos os casos, isso porque quando os sócios não têm objetivos profissionais e pessoais alinhados, a empresa tende a ser fechada.

Os pesquisadores consideraram três locais nos quais as startups podem se instalar no início: incubadoras ou aceleradoras, escritório virtual e sala alugada. Ser instalada em uma aceleradora ou incubadora foi apontado como um fator de proteção à vida da startup. A chance de que a empresa venha a ser descontinuada é 3,45 vezes menor se comparada a organizações que ocupam uma sala alugada ou escritório próprio.

 

Mas o que são aceleradoras e incubadoras?

Aceleradoras são empresas cujo objetivo principal é apoiar e investir no desenvolvimento e rápido crescimento de startups, ajudando-as a obter novas rodadas de investimento ou a atingir seu ponto de equilíbrio (break even), fase em que elas conseguem pagar suas próprias contas com as receitas do negócio. “Além dos serviços de apoio e benefícios oferecidos, a aceleradora investe também um pequeno valor financeiro, o chamado survival money e, em contrapartida, torna-se sócia da startup até o desinvestimento, que é quando sua participação é vendida para investidores ou empresas.

diz Pedro Waengertner, professor e coordenador de marketing digital na ESPM, presidente da ABRAII (Associação Brasileira de Empresas Aceleradoras de Inovação e Investimento) e co-fundador da Aceleratech, uma das principais aceleradoras do país.

Dentro de uma aceleradora, as jovens empresas recebem mentoria, apoio financeiro, um local para trabalhar e acesso a redes de contato a que dificilmente teriam acesso, como investidores e grandes empresas.

As incubadoras de empresas são instituições que auxiliam micro e pequenas empresas nascentes ou que estejam em operação, que tenham como principal característica a oferta de produtos e serviços no mercado com significativo grau de inovação. Elas oferecem suporte técnico, gerencial e formação complementar ao empreendedor e facilitam o processo de inovação e acesso a novas tecnologias nos pequenos negócios.

As empresas que buscam as incubadoras, além de receberem suporte gerencial, administrativo e mercadológico, recebem apoio técnico para o desenvolvimento do seu produto. Com isso, o empreendimento pode ser acompanhado desde a fase de planejamento até a consolidação de suas atividades com a consultoria de especialistas.

Geralmente ofertam ainda espaço físico especialmente construído ou adaptado para alojar temporariamente os empreendedores – chamados neste momento de empresas incubadas – e promovem acesso a serviços que as empresas dificilmente encontrariam agindo sozinhas e sem orientação adequada no mercado.

Além deste espaço individualizado para a instalação de escritórios ou laboratórios, as incubadoras oferecem sala de reunião, auditórios, área para demonstração dos produtos, secretaria, bibliotecas e uma série de outros benefícios por meio de instituições de ensino e pesquisa, órgãos governamentais e iniciativas privadas.

Portanto, as incubadoras de empresas favorecem o empreender nas seguintes áreas:

  • Gestão empresarial;
  • Gestão tecnológica;
  • Comercialização de produtos e serviços;
  • Contabilidade;
  • Marketing;
  • Assistência jurídica;
  • Captação de recursos;
  • Contratos com financiadores;
  • Engenharia de produção;
  • Propriedade intelectual.

 

Quem pode procurar por uma incubadora?

Pode participar de incubadoras de empresas qualquer pessoa que tenha um projeto inovador e deseja abrir sua própria empresa. As já existentes também podem participar do programa e receber o apoio da incubadora. Para tanto, é preciso ter um projeto para melhoria ou desenvolvimento de novos produtos e serviços.

As incubadoras geralmente aceitam projetos apresentados por:

  • 1. Pessoa Física. Oportunidade para pesquisador/profissional que tem uma tecnologia e quer constituir sua própria empresa com um produto/processo inovador.
  • 2. Empresa existente. Empresa consolidada que pretende desenvolver um produto dentro da incubadora.
  • 3. Nova empresa instituída por Pessoa Jurídica. Empresa ou grupo empresarial que deseja criar nova empresa de base tecnológica.

Para saber mais informações sobre as incubadoras e como o Sebrae pode lhe auxiliar a tornar-se uma empresa incubada, entre em contato pelo telefone (61) 3348-7221 ou  ou no Sebrae do seu estado.

 

Por isso, quando pensar em abrir sua startup, leve em consideração esses três pontos: tenha poucos sócios, aproveite as aceleradoras e incubadoras e fique atento ao volume de capital investido.

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Fonte: www.significados.com.br / www.sebrae.com.br